terça-feira, 24 de junho de 2008

pura nóia

"hoje eu acordei mais cedo
tomei sozinho o chimarrão..."

Mentira, não acordei mais cedo, não. Muito menos tomei chimarrão.
Na verdade essa é uma música do Engenheiros do Hawaii chamada Ilex paraguariensis que eu venho cantarolando tem uns vários dias.

Por certo, Ilex paraguariensis é o nome científico da conhecida dos gaúchos, a boa erva-mate. É, mas eu não tomo muito chimarrão, não. Me basta saber o nome científico. Das últimas vezes que tomei queimei a língua e fiquei uns dois dias sem sentir gosto algum.

"Contam que um guerreiro guarani, que pela velhice não podia mais sair para as guerras, nem para a caça e pesca, porque suas pernas trôpegas não mais o levavam, vivia triste em sua cabana.
Era cuidado por sua filha, uma bela índia chamada Yari, que o tratava com imenso carinho, conservando-se solteira, para melhor se dedicar ao pai.
Um dia, o velho guerreiro e sua filha receberam a visita de um viajante, que foi muito bem tratado por eles.
À noite, a bela jovem cantou um canto suave e triste para que o visitante adormecesse e tivesse um bom descanso e o melhor dos sonos.
Ao amanhecer, antes de recomeçar a caminhada, o viajante confessou ser enviado de Tupã (deus guarani), e para retribuir o bom trato recebido, perguntou aos seus hospedeiros o que eles desejavam, e que qualquer pedido seria atendido, fosse qual fosse.
O velho guerreiro, lembrando que a filha, por amor a ele, para melhor cuidá-lo, não se casava apesar de muito bonita e disputada pelos jovens guerreiros da tribo, pediu algo que lhe devolvesse as forças, para que Yari, livre de seu encargo afetivo, pudesse casar.
O mensageiro de Tupã entregou ao velho um galho de árvores de Caá e ensinou a preparar a infusão, que lhe devolveria as forças e o vigor, e transformou Yari em deusa dos ervais, protetora da raça guarani.
A jovem passou a chamar-se Caá-Yari, a deusa da erva-mate, e a erva passou a ser usada por todos os componentes da tribo, que se tornaram mais fortes, valentes e alegres
."

Não sei porque coloquei isso na verdade. E ainda roubei de um outro blog (http://voudekombi.blogspot.com/2006/08/lenda-da-erva-mate.html).
Falta de vergonha.
Pensei que fosse legal colocar, sei lá.

Acontece é que venho a dias pensando em alguma coisa pra postar aqui. Aí pensei na música. e aí eu tinha pensado em mais alguma coisa sobre o assunto e acabei esquecendo agora.

Ah, e daí, né Francisleine. Só tu vai ler mesmo. Ah, se alguém mais ler deixa um comentário com o endereço e o CEP que eu mando um prêmio. Quem sabe uma balinha ou algo assim. (risos)
Pra Francisleine, um abraço. Nos vemos no próximo River's Tour. Quem sabe com Ilex paraguariensis e água quente!

Ah, enquanto isso, eu vou pensando em um post mais interessante do que esse.

Por ora, é isso. Mais um pra lista dos posts inúteis da inter... nóia.

\0/

4 comentários:

Unknown disse...

ahh apaguei sem querer o comentario q tinha escrito.
bem.. dizia eu.. que suas postagens sao muito boas de ler... eu leio tudo ateh o fim e fico querendo mais
nao se preocupe em entnder as noias do meu broguinho inutil. eh tipo.. um texto onirico saca? eu to com tanto sono qdo escrevo, q lanço a primeira coisa que vem a mente e vou emendando outras noias... eheh nao eh pra ser muito logico nao.
=]
enfiim... abraços e vlte sempre ao humilde blog.

Anônimo disse...

eu tbm li!!!
manda meu premio...bacana a história!!
prende bem a atenção do vivente...
histórias sempre é bom de ler
ao invés de ficar enrolando q queimou a lingua...rssss
falou cavera...grand abraço
marcos etanóis...é nóóóóis!!

Na solidão não há portas disse...

oi...

também li.
só não vai no meu que fazem décadas que não posto nada.
bjss e até mais

Taísa

Na solidão não há portas disse...

ah sim, e vê se põe um daqueles siga meu blog, daí eu vejo quando tu postar algo... oka?
bjs
tay